Diários de Motocicleta

É fácil se deparar com um mundo de camisetas na cidade estampando aquela gravura monocromática de um cara barbudo, com uma boina estrelada, ar rebelde… Che Guevara. Ah, sim, citaram o cará lá no meus tempos de ensino médio, Revolução Cubana, sim, sim nas aulas de História. Sí, sí, me acuerdo, pero quién es el hombre no lo sé decir, ni lo que hizo… solo el básico, medico, comunista, argentino…Ao assistir o filme Diários de Motocicleta me peguei totalmente presa pela figura ali representada. Longe de qualquer manifestação política, o que me tocou foi a figura humana. Não só dele, mas comecei a refletir sobre as figuras mais conhecidas por seus feitos. Ignorância ou não, é difícil assumir desconhecimento de figuras populares, mas é um começo. O início da descoberta em sua verdadeira plenitude.O filme termina e a noção de “humanidade” vem à tona. Romantismo ou não, reflito. Eu, no meu mundinho mesquinho, o que faço pra contribuir de alguma forma para um mundo melhor? É sempre assim, busco lições e reflito sobre meu eu em tudo aquilo que acontece diariamente, seja em livro, seja em filme, seja na parada de ônibus, seja no trânsito… é bom estar atenta para não perder um minuto sequer, não quero sentir mais tarde que vivi em vão. É fácil teorizar, idealizar, mas quando se trata de agir… e aí? Pois é, por essas e outras é que surge a vontade de descobrir um pouco mais sobre as histórias dos ilustres, pra aprender um pouco sobre noções tão faladas por aí.

Minutos antes assistia um filme que mencionava algo sobre tema de livros, quais realmente importavam para as pessoas usufruirem com proveito seu tempo livre em entretenimentos do tipo. O cara perguntava ao escritor “Mas o que ela fez? Descobriu a cura do câncer? O que leva você a escrever sobre sua avó que vá despertar o interesse de leitores???”, é, afinal de contas, o que me leva a escrever sobre as minhas impressões cotidianas aqui neste Blog? Bom, às vezes é bom vomitar… esteja alguém vendo, ou não. E se alguém ver vai uma dica, assista esse filme, guarde um pouco da moral que ele carrega, depois, se quiser, faça como eu e explore um pouco mais sobre quem foi o protagonista dessa história viva, quem sabe você não surprendará mais ainda…

“Os poderosos podem matar uma, duas até três rosas, mas nunca deterão a primavera.” (Che)

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Publicado em 30/09/2006, em Cinema & TV. Adicione o link aos favoritos. 1 comentário.

  1. COLOCA A LETRA MAIOR QUASE NÃO DA PRA LER

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