piCUinhas

 

 

Disse-me-disse, fofocas, provocações, picuinhas… que saco. Eu não tenho paciência pra aturar nada disso. Procuro sempre me meter o menos possível em qualquer tipo de confusão, o que quero, digo na lata, da melhor forma possível, talvez na ironia… sutilmente, ou levando ao pé da letra aquele papo de "as brincadeiras ocultam verdades incômodas".

 
Não gosto de confusão, chilique de desocupado, rebeldia de nerd metido à saidinho, de gente se metendo na minha vida… o máximo que esse daí vai ganhar é meu desprezo (ao menos que mexam com as pessoas que amo, daí o pau come).
 
De resto, não gosto desse negócio de picuinhas. Têm pessoas que não exercem o menor significado na minha vida, ainda sim, ficam tentando chamar a atenção por aí. É um saco. Apesar de me divertir bastante, não gosto que meu nome fique rolando, assim como eu não faço o nome das pessoas rolarem.
 
Sabe o que é gostoso? Escolher alguém certo para fofocar. É, tipo, o melhor amigo. É isso que eu faço. Eu escolho o Abrão pra fofocar, ali morreu a história. Comentamos tudo, rimos, brincamos e pronto. Adiante não vai mais. Mas parece que tem gente que sente prazer em repassar as Histórias Cabeludas de Pessoas Nada a Ver… que vazio.
 
Hum, pra mim, (geralmente) o mais gostoso é a história, e não o personagem dela.

Publicado em 16/01/2006, em Desabafos. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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