Vamos supor…

 

 

Vamos supor… imagine-se com 10 anos de idade e relembre de alguém que você idolatrava na infância. Digamos… seu 1º amor. Um professor, um vizinho, um colega de classe ou simplesmente o carinha que ficava na mesma parada de ônibus que você depois da escola. Agora, imagine que vocês se reencontrem mais de 10 anos depois e os astros se alinhem de forma tão perfeita que o destino propõe a chance de algo acontecer entre vocês. E aí, acontece.

Daí, você se pega diante daquela criatura que lhe fazia dedicar horas da pré-adolescência ocupando cada pedacinho de sua mente e inspirando os balbúcios dos primeiros desabafos em Diários. Você, meio que sem entender o que acontecia, sentia que era coisa forte e não queria perder um minuto sequer dos poucos momentos que passavam juntos, mesmo que de uma forma distante.

E aí, lá está ele, ali, à sua frente, de mãos dadas com a sua, olhos cruzados, lábios ligeiramente tocados. Anos depois e você consegue sentir no seu rosto aquela pele que parecia tão distante, aquele corpo que parecia monumento, aquele calor que parecia frio, aquele beijo que parecia impossível, enquanto pensa Tenho esperado esse momento!

Não seria estranho?

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Publicado em 18/07/2005, em Amor. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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