O Tempo

Hoje eu li uma coisa muito linda, engraçado que eu não costumo ler determinados e-mails que não parecem ser humorados ou sensacionalistas. Dizia assim:

O Tempo
“Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela.
Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher da sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.
O segredo é não correr atrás das borboletas…
É cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você.”
(Mário Quintana)

Eu acho que a vida é bem isso. Aliás, eu queria entender como um romance, um amor, uma paixão… como os sentimentos podem desestruturar tanto um ser humano racional. Como uma pessoa é capaz de mudar seu comportamento, seu estilo de vida, suas atitudes, por causa de reflexos de uma relação. É muito triste viver determinadas situações que te desarmam, que te deixam com a cara no chão, que contrariam um discurso. É muito triste. É muito bom estar apaixonada, é muito bom amar, é gostoso sentir que o outro também te ama. Ficar de dengo, curtindo. Puxa vida.

Publicado em 28/01/2005, em Amor. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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